Minha Jornada na Costura e o Propósito do Costurando Sem Medo
De onde tudo começou
Minha relação com a costura vem de muito antes de eu sentar diante de uma máquina. Cresci observando minha avó costurar enquanto contava histórias, e minha mãe, fundadora do Ateliê Beth Martins em 2002, sempre manteve um negócio sólido e respeitado. A costura sempre esteve presente, mesmo quando eu ainda não percebia que faria parte do meu caminho.
Entre escolhas e reencontros
Segui por outros caminhos, me formei em Química e vivi diferentes experiências profissionais. A costura, naquele momento, não era um plano, mas nunca deixou de me acompanhar como interesse, curiosidade e admiração.
Meu primeiro contato prático veio de forma despretensiosa: comprei uma máquina doméstica e comecei a criar bolsas, desenvolvendo moldes e desenhando peças. Ainda era um hobby, mas ali já existia algo mais profundo: o prazer pelo processo e pelo feito à mão.
Quando a costura se tornou profissão
Com o tempo, a vida me trouxe de volta ao ateliê. Foi ali, ao lado da minha mãe, que comecei a aprender de verdade, muitas vezes observando, testando, errando e corrigindo. Investi em cursos, especialmente em modelagem, e mergulhei no dia a dia dos ajustes e consertos.
Foi nesse momento que entendi: ajustes não são simples, rápidos ou padronizados. São técnicos, personalizados e exigem responsabilidade. Cada peça carrega história, valor e expectativas.
Hoje, essa vivência é minha principal fonte de renda e também motivo de orgulho.
O propósito do projeto
O Costurando Sem Medo nasceu da minha própria experiência. Do medo inicial, da insegurança diante dos ajustes e da importância de ter apoio para aprender com consciência.
Aqui, compartilho o que aprendi no mundo real do ateliê: técnicas, orientações e reflexões para quem deseja entender melhor a costura. Especialmente ajustes e consertos, com mais clareza, segurança e respeito pelo processo.
Sem romantizar.
Sem atalhos.
Mas com técnica, prática e coragem para começar.



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